Cuidados com o pet no frio

Publicado em 22 de julho de 2014 por Mundo Animal


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Texto Redação | Foto Reprodução

É no frio que cresce o número de várias doenças, inclusive, as respiratórias que acometem tanto os seres humanos como os pets. No Brasil, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (Abinpet), a população canina representa 37,1 milhões. A Abinpet aponta que os donos de animais de estimação gastam até R$ 860 por mês em cuidados. No entanto, quando o dono descuida do animal, esse valor pode triplicar. Por isso, confira as dicas da Mogiana Alimentos – Guabi Pet traz algumas dicas de como proteger seu animal durante este período.

Uma doença que pode ocorrer mais no inverno é a traqueobronquite infecciosa canina, também conhecida como tosse dos canis – semelhante a uma gripe -. Deve ser tratada por um médico veterinário, pois pode levar à pneumonia. A melhor forma de evitar essa enfermidade é por meio da vacinação.

Cães que sofrem de problemas osteoarticulares, tais como artrose, hérnia de disco e calcificação na coluna podem apresentar maior desconforto e dores durante o inverno. Assim como os humanos, que necessitam de agasalhos para não sentir frio, o pet também precisa de alternativas para se manter aquecido. O ideal é colocá-lo em locais mais quentes, com o uso de casinhas, cobertores e roupas. Mesmo com os cuidados citados, se o animal apresentar dores, dificuldade de locomoção ou de se levantar, a indicação é procurar um médico veterinário.

Os banhos regulares devem ser evitados. É indicado aumentar o intervalo entre a lavagem do cãozinho, escolhendo dias e horários mais quentes. A temperatura da água deve ser morna, assim, o animal não sente frio. Caso lave os pelos, o dono deve secá-los de forma adequada e manter a pelagem mais longa durante essa época.

Os cuidados com a alimentação devem ser redobrados neste período. Para manter sua temperatura corporal, é necessário que sua taxa metabólica aumente para produzir calor adicional, assim, aumentando sua necessidade de energia (quilocalorias). Em casos específicos, a recomendação é acrescentar, em torno de 10%, o alimento oferecido, desde que o cão não esteja com sobrepeso ou obeso. O ideal é monitorar o peso do animal para verificar se a quantidade de comida fornecida deve ser alterada.

Elevar o consumo de calorias para o cãozinho não significa oferecer alimentos que não são específicos a ele. “Alguns tipos de comida da alimentação humana podem ser tóxicos e não são recomendados para o consumo dos cachorros, tais como o chocolate, alho e cebola”, informa a médica veterinária, Letícia Tortola.


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