Displasia Coxofemural em cães

Publicado em 15 de abril de 2016 por Mundo Animal


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O que é displasia coxofemural?

A displasia coxofemural canina é uma alteração nas conexões ósseas e articulações dos cães, ou seja, a má coaptação entre o acetábulo, que é a estrutura que conecta a parte superior do fêmur (cabeça) com a parte pélvica dos cães. Essa doença pode ser genética ou adquirida, ela atinge na maioria das vezes os cães de grande e médio porte

O que causa a displasia coxofemural?

O crescimento rápido de alguns cães pode ser prejudicial pois o desenvolvimento da massa muscular não acompanha o dos ossos, ou seja, nos primeiros meses de vida á uma sobrecarga de peso nos tecidos de sustentação sobre a articulação.

A obesidade também é um dos fatores que podem levar o cachorro a sofrer com DCF, além da herança genética, e até mesmo excesso de atividades físicas.

Como prevenir a displasia coxofemural

Muitas raças, principalmente de grande porte tem forte tendência a sofrer com a DCF, porém você pode ajudar a prevenir da seguinte forma:
A alimentação é muito importante, nunca exagere e tenha muita atenção para evitar obesidade;

Não colocar pisos escorregadios nos ambientes em que o cachorro passe;

Exercitá-lo sem exageros e desde filhote para fortalecer os músculos, de preferência na água, pois não tem impacto e não prejudica articulações;

Quais são os sintomas de displasia coxofemural?

A mudança no comportamento do animal sempre é um sinal de alerta;

Dores e dificuldade de se locomover.

Diminuição de atividades que são normais do cachorro;

Deslocamento do peso corporal para as patas da frente;

Note também se o cachorro tem dificuldade para andar;

Se está mancando quando se movimenta;

Se sente dores nas articulações,

E se há atrofiamento dos músculos.

Como tratar a displasia coxofemural?

Pode ser feito um tratamento clínico com atividades físicas moderada, medicamentos, acupuntura e fisioterapia.

Em casos mais graves é necessário intervenção cirúrgica.  Os procedimentos possíveis incluem ostectomia, osteotomia, sinfisiodese e substituição total do quadril do animal.

Em ambos os casos que decidirá pelo tratamento adequado será o médico veterinário.


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