Gatos devem predominar em menos de 10 anos, segundo estatística

Publicado em 16 de fevereiro de 2016 por Mundo Animal


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Você sabia que 17 de fevereiro é comemorado o Dia Mundial do Gato? O Brasil hoje tem a segunda maior população de pets do mundo, com 22,1 milhões de felinos e 52,2 milhões de cachorros, de acordo com os dados do IBGE em parceria com a Abinpet – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação. Ainda segundo as estatísticas, a população de gatos se multiplica em maior proporção e deve predominar em menos de dez anos.

Significa que as pessoas cada vez mais elegem o gato como animal de estimação. E não é à toa que eles estão ganhando o status de pet ideal dos brasileiros. “O gato se adapta muito bem ao formato dinâmico da vida moderna, em que as residências estão cada vez mais verticalizadas, com espaços reduzidos e a população tem longas jornadas de trabalho. O gato se enquadra nesse cenário com uma presença interativa, amorosa, porém independente, exigindo menos cuidados que os cães, além de demandarem menos despesas”, afirma Madalena Spinazzola, diretora de planejamento estratégico e marketing corporativo da PremieR pet.

Criação em alta

Com mais de 40 anos de atuação, o Clube Brasileiro do Gato – CBG foi a primeira organização dedicada à criação profissional de gatos na América Latina e a primeira afiliada à Fédération Internationale Féline (FIFe) fora do continente Europeu. Atualmente, conta com mais de mil sócios criadores no Brasil e na Argentina, promovendo quatro grandes eventos por ano em São Paulo, além de oferecer aos sócios cursos de formação, orientação e diversas outras atividades ligadas ao universo felino.
“Nos orgulhamos de contribuir para popularização do gato como animal de companhia e, principalmente, por difundir a posse responsável”, afirma Gerson Alves, presidente do CBG e criador de gatos desde 1998. Reconhecido internacionalmente como um dos principais nomes da gatofilia no Brasil, Alves está sempre a postos para desmitificar a figura do gato como um animal traiçoeiro. “Felizmente as crendices vêm perdendo espaço na medida em que as pessoas passam a ter contato mais próximo com os felinos e verificam que eles são dóceis, carinhosos e companhias de vida adoráveis”, afirma.

O preconceito foi derrubado em 2005 na casa do casal Ângela e Renato Stoicov, criadores associados ao CBG. “Achei que um gato seria ideal para acompanhar a nossa rotina, pois trabalho à noite como fisioterapeuta e meu marido durante o dia como engenheiro. Inicialmente ele não queria, mas acabou cedendo, pesquisou as raças e escolheu o Maine Coon, pelo temperamento doce e perfil de companhia”, conta. O casal logo se rendeu aos encantos do gato Joaquim e se empolgou com o universo felino. Hoje vivem com dez Maine Coons numa espaçosa casa em Santo André, na Grande São Paulo. “São como nossos filhos, não imaginamos mais a nossa vida sem eles”, finaliza Ângela.

E você, tem gato ou pretende adotar um? Conta pra gente 😉


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